Desde a antiguidade as embalagens de metal em formas de caixas de ouro e prata eram utilizadas para proteger alimentos e itens valiosos. A produção da folha de lata foi inventada na Baviera em 1200 A.C., incialmente para uso em batalhas, para escudos, armas e armaduras. Posteriormente no início do século XIV as latas começaram a ser usadas e a tecnologia foi mantida em segredo até meados de 1600 D.C..

Era Moderna

A ideia de colocar alimentos com segurança em embalagens de metal foi realizada pela primeira vez em 1809, quando Napoleão Bonaparte atribui dez mil francos como método para proteger o abastecimento de comida para exército francês.

Nikolas Appert, de Paris, apresentou que a lata de aço pressionada com estanques com capacidade de preservar o alimento depois de ser esterilizada. Um ano depois, o inglês Peter Durant, ganhou o direito de patentear a lata cilíndrica.

O método iniciado com placas de ferro rolantes por meio de cilindros que permitiu a produção de placas pretas mais uniformes do que era possível com a prática anterior de martelar, onde foram fabricadas com o mesmo método por muito tempo.

Século XX

A revolução industrial criou uma demanda súbita de melhores produtos à medida que o comércio floresceu e mais bens ficaram disponíveis para o consumidor. Como os materiais eram caros, a embalagem era limitada apenas a produtos de luxo. O período durante e depois da Primeira Guerra Mundial viu um número notável de inovações de embalagem como vidro moldado, caixas de papelão, latas de metal e celofane que tornaram a embalagem cada vez mais comum. Isso estimulou os fabricantes para estabelecer uma identidade para vender aos consumidores.

A Grande Depressão marcou o aumento da cultura do supermercado e mudou drasticamente os padrões de distribuição e consumo em todo o mundo. Essa mudança comportamental do modelo de autoatendimento exigiu que a embalagem assumisse o papel de “vendedor silencioso”. O consumismo da Segunda Guerra Mundial gozava das conveniências oferecidas pelos materiais de uso único e descartáveis ​​que anunciavam com a descoberta de folhas de alumínio e plásticos.

O aumento das tecnologias digitais na segunda metade do século 20 permitiu que as empresas escalassem rapidamente e se tornassem globais. Com uma concorrência sem precedentes, a embalagem veio a ser a maneira de diferenciar o produto na prateleira. Tanto quanto a embalagem tornou-se essencial para o negócio, também era reconhecida como uma ameaça para o meio ambiente. Portanto, muitas pesquisas continuaram não apenas para encontrar novos materiais, mas também para encontrar soluções otimizadas e sustentáveis.

Era Digital

Nas últimas décadas, os avanços na computação pessoal e nos celulares transformaram significativamente o comportamento do consumidor e, portanto, suas expectativas. Com acesso à informação a cada momento, em todos os lugares, eles valorizam experiências envolventes que fornecem uma utilidade ou novidade. Desde o nascimento dos códigos de barras, muitas tecnologias digitais foram testadas continuamente para trazer reformas para experiências de varejo. E, mais uma vez, a embalagem do produto está no centro desses desenvolvimentos.

Com a noção crescente da Internet das Coisas, aliada aos avanços na computação móvel, Realidade Aumentada e Biossensores, estamos a ponto de onde experiências digitais deliciosas posicionarão a embalagem do produto talvez como um Ponto de Venda Emocional.