Estamos sempre falando aqui sobre o benefício das embalagens biodegradáveis e de sua importância para a construção de um futuro melhor para a terra em questões ambientais. Porém o que mais nos preocupa são os produtos denominados como “Oxibiodegradáveis”.

A proposta inicial do oxibiodegradável é que após a adição de pró-degradantes, derivados de sais metálicos, sua vida útil possa ser controlada. Dessa forma, se for descartado em ambientes abertos em contato com calor, raios UV e o oxigênio, esse  tipo de plástico começa a se fragmentar (oxidegradação) em um tempo relativamente curto se comparado aos plásticos convencionais,   transformando-se em pedaços cada vez menores, até que possa ser metabolizado por bactérias (biodegradação)  transformnado-se em CO2 e água, caracterizando um processo completo de oxibiodegradação.

Porém…

Alguns estudos e instituições mostram alguns argumentos que estão tirando nossa tranquilidade, ao constatar que os mesmos não atendem as normas técnicas nacionais e internacionais sobre biodegradação. Portanto, não é biodegradável. Este plástico entra em processo de fragmentação,  dividindo-se em milhares de pedacinhos.

E é aí que mora o perigo, porque esses microplásticos, gerados à partir da primeira fragmentação, se transformam em nanoplásticos (partículas menores que 0,001 mm) e acabam sendo ingerido por plânctons.  Como essas criaturas são a base da cadeia alimentar oceânica, o plástico acaba no estômago de inúmeras criaturas. Inclusive  nós.

Outras soluções

Existem outras soluções no mercado que se parecem muito com o plástico convencional, mas são totalmente biodegradáveis, como é o polímero de PLA (Poly Lactic Acid) , fabricado a partir de cereais, e alguns outros polímeros bem interessantes, mas isso é assunto para outra publicação.
Com isso chegamos a seguinte conclusão: Ou é biodegradável ou não é. E se não for é preciso reciclar.
Quer saber mais sobre reciclagem, biodegradabilidade, novidades das embalagens e meio ambiente? Entre em contato conosco!